GOTAS DE LUZ

AUTOCONHECIMENTO



AUTOCHECIMENTO

Gotas de Luz

 

Já não é mais segredo, você é o responsável por tudo em sua vida. Não adianta culpar outras pessoas, ou as circunstâncias por suas dificuldades. Consciente ou inconscientemente você fez as escolhas que o levaram a ser tudo aquilo que é hoje. Sua saúde, sua felicidade e tudo que acontece na sua vida. Por mais dura e dolorosa que tenha sido cada experiência, tudo tem um propósito. E você escolheu passar por isso. O aprendizado e as lições serão os passos na caminhada da evolução de cada um.

Para estar em equilíbrio e ver o mundo com mais clareza, devemos buscar que nossos sentimentos e atitudes não sejam controlados pela mente – entendida como este emaranhado de pensamentos descontrolados, aleatórios. A consciência não é a mente, a percepção não é a mente, a atenção também não é a mente. E um bom instrumento para se exercitar, isso é a meditação. Ela baseia-se em dois processos simultâneos: um é a percepção instantânea, concentrando-se precisamente naquilo que se deseja ver. Outro processo é a entrega, o abandono de todos os pensamentos que surgirem.

A vida exige mais que conhecimento – ela exige sentimentos profundos e energia constante. Não basta pensar, deve-se sentir. A percepção das experiências é uma compreensão simultânea da cabeça, do coração e do instinto. A sabedoria está nas atitudes, nas ações.

Você está procurando pela Felicidade? Precisa vencer algum desafio, conseguir alguma realização para então ter a Felicidade? Abra os olhos! Não há necessidade de busca! Felicidade não é a chegada, mas sim todo o percurso.

Seja feliz agora! Sorria! Seja sempre Amor!

 


 



Escrito por Beto Mendonca às 00h59
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Gotas de Luz 2

Raiva, medo, inveja, agressividade, tristeza, egoísmo, entre outros, são atributos que normalmente, tendem a ser negados pelas pessoas. Ninguém quer ter esses sentimentos. E quando os tem, aí vem a culpa. E, com ela, a pessoa se condena. Assim como a bondade, a caridade, a paciência, a alegria, a coragem, todos esses atributos fazem parte da natureza humana. Uma vez que se aceita que todos eles fazem parte de nossas vidas, aí então encontraremos o equilíbrio. E nessa Dualidade por vezes transitaremos pela Unidade.

Estar na Unidade é um sentimento maravilhoso, de muito bem estar. Entramos e saímos dela muito rapidamente. Quando se para pra pensar naquilo que está-se sentindo, pronto, já estamos na Dualidade novamente.

Muitas pessoas agem e vivem utilizando-se de forma predominante a razão. E a razão é realmente formidável. Muitas conquistas da humanidade podem ser atribuídas a ela. Mas as pessoas se esquecem do outro lado da moeda. Em nossa essência somos razão e intuição – racionalidade e espiritualidade. Não podemos esquecer esse outro lado, e sim buscar desenvolvê-lo para nosso crescimento.

Encontre o equilíbrio. Esteja na Unidade. Unidade é Amor.



Escrito por Beto Mendonca às 00h58
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Crescimento e Desafios

 

Crescer, evoluir, buscar sermos pessoas cada vez melhores – esses são objetivos geralmente almejados por todos.  Nesta busca, os desafios e dificuldades fazem parte do processo de crescimento. Passar por eles é parte do caminho. Tentar antever quais serão essas dificuldades é trazer para o presente sofrimento desnecessário. O mais importante é o modo como lidaremos com eles quando chegarem. Um mesmo acontecimento que ocorra com duas pessoas pode ser enfrentado de forma muito diferente dependendo da postura de cada uma delas. Negar os acontecimentos, resistir a aceitar os fatos, ficar preso às coisas como eram antes daquele momento – são algumas das possibilidades de encarar a situação de forma provavelmente muito dolorosa. Reconhecer a nova realidade, estar aberto a fazer as mudanças necessárias, desapegar-se do passado – são formas em que o fardo do desafio será mais suave.

Buscar sermos pessoas melhores não significa que estaremos totalmente livres de sentimentos como medo, raiva, inveja e egoísmo. O mais comum é que quando vivenciamos esses sentimentos, venha em seguida a sensação de culpa. E culpa só gera sofrimento. Estes atributos indesejáveis fazem parte de nossa natureza humana. Buscar negá-los quando se manifestam só faz com que eles se repitam.  Procurar sentir estas emoções verdadeiramente ao vivenciá-las – sem fazer qualquer julgamento – e aceitar que fazem parte de nossa natureza é uma forma de elas não precisarem mais se manifestar.

Os desafios aparecem de forma cíclica até que realmente gerem as mudanças e aprendizados necessários ao crescimento. Um mesmo problema aparece em diferentes momentos sob diferentes formas, mas seguindo um mesmo padrão. Olhar atentamente para eles e detectar qual é esse padrão é uma forma de perceber o que deve ser trabalhado. A partir daí é encarar a situação da forma que achar melhor.

 



Escrito por Beto Mendonca às 00h57
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O Agora

 

O calendário e o relógio são necessários em nossa vida prática. Traçar planos, buscar metas, cumprir compromissos. Mas deixemos de lado o tempo do relógio.     Olhemos para dentro de nossa mente. Vivemos cada dia com nossa mente sempre presa ao passado ou ao futuro. Raramente ela está no momento presente, o “agora”. Em algumas situações conseguimos ter a mente plenamente atenta ao momento presente, como em uma situação de perigo – quando diante do risco nossa mente se esvazia, deixando o passado e o futuro de lado e se concentrando plenamente no “agora”.

O verdadeiro “Eu” de cada um não é a situação de vida que estamos tendo, como conquistas, derrotas, dificuldades, prazeres... Muitas vezes nos apegamos a esses acontecimentos que alimentam uma falsa ideia de “Eu interior”. Esse falso “Eu interior” se identifica de tal forma com esses acontecimentos e situações que a vida oferece que ficamos presos a eles. Ficamos presos ao nosso passado. Uma doença e sofrimento podem representar uma punição que pensamos merecer, ou uma postura na posição de vítima. Como essa identificação alimenta a ideia do nosso falso “Eu interior” acabamos inconscientemente escolhendo manter esta situação em nossa vida. É necessário sabermos nos perdoar, libertar-nos de nosso passado e da tentativa de antecipar o futuro. Estando com a mente sempre presa ao passado ou projetando o futuro, negamos o presente. Nasce daí grande parte do sofrimento humano. O desconforto, a ansiedade, a tensão, o estresse, a preocupação; todas essas formas de medo são causadas por excesso de foco no futuro.  A culpa, o arrependimento, o ressentimento, a tristeza, a amargura, todas as formas de incapacidade de perdão são causadas por excesso de foco no passado.

Quando conseguimos acalmar o imenso mar de pensamentos em nossa mente estamos mais próximos de estar em contato com nosso verdadeiro “Eu”. A meditação, técnicas de respiração e de foco da atenção, são alguns instrumentos para se chegar ao estado de uma mente mais calma, tendo momentos livres do imenso fluxo de pensamentos. A conexão com nossa verdadeira essência nos trás uma imensa paz interior. Encontrando este estado de paz fica mais fácil encarar os desafios exteriores e nossa situação de vida, ficando livre da dependência do clico de prazer e sofrimento, com paz e serenidade e muitas vezes vivenciando verdadeira felicidade. (Referência Bibliográfica: “O Poder do Agora: um guia para a iluminação espiritual", Eckhart Tolle, Editora Sextante, 2002.)



Escrito por Beto Mendonca às 00h56
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O Observador

Um passo no sentido de nos aproximarmos de nossa essência divina é conseguirmos nos dissociar do emaranhado de pensamentos ligados ao passado e ao futuro, que de forma involuntária ou inconsciente, são gerados pela nossa mente.

A mente é uma ferramenta muito poderosa. Um exemplo muito simples para percebemos sua força contra nós mesmos é quando, por exemplo, não conseguimos parar de pensar em determinado assunto que nos incomoda. Mesmo sabendo que pensar naquele assunto, naquele momento, é inútil, sentimos que é impossível desviá-lo, e isso acaba por nos atrapalhar de alguma forma.

É importante entendermos que não somos a nossa mente. Somos algo muito mais profundo, do qual a mente é apenas uma parte.

Uma forma de experimentarmos esta consciência é adotarmos a postura de observar os pensamentos. Como se o nosso verdadeiro Ser se concentrasse em observar a própria mente. Como “observador”, devemos nos colocar fora do pensamento, e apenas observá-lo, de forma imparcial, sem qualquer julgamento.

Uma vez que o “observador” está presente, a mente começa a perder o controle que exerce sobre nós, e experimentamos por alguns momentos que é possível controlar esses pensamentos involuntários, esse estado de desconforto básico. Neste momento uma nova dimensão da consciência surge. Ao observarmos o pensamento, sentimos uma presença consciente, que é o nosso Eu Interior mais profundo – a nossa essência divina.

Da mesma forma que nossa mente gera pensamentos involuntários, ou inconscientes, ela também gera nossas emoções, que são reflexos desses pensamentos. Ambos são processos involuntários. Também podemos testemunhar o poder da nossa mente observando a força que nossas emoções exercem sobre nós. Assim como podemos nos colocar como “observadores” dos nossos pensamentos, podemos fazê-lo também com emoções indesejadas, como o medo, por exemplo, quando este nos impede de buscarmos nossos objetivos.

Ao “observarmos”, é possível nos encontrarmos com nós mesmos, nosso verdadeiro Ser, em meio ao mar de pensamentos e sensações gerados pela nossa mente. Ao nos conectarmos com essa essência divina, nosso Eu Interior, experimentamos momentos de paz, alegria, e grande serenidade.

(Referência Bibliográfica: “O Poder do Agora: um guia para a iluminação espiritual", Eckhart Tolle, Editora Sextante, 2002.)

 



Escrito por Beto Mendonca às 00h55
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Sabedoria Hindu

Recebi um e-mail intitulado "Sabedoria Hindu", que diz que quatro leis básicas são ensinadas na Índia. Não verifiquei se tais ideias são ligadas diretamente ao hinduísmo, mas transcrevo abaixo por acreditar que muitas verdades estão aí contidas de forma clara e simples:

A Primeira Lei diz: “A pessoa que chega é a pessoa certa”. Significa que nada ocorre em nossas vidas por casualidade. Todas as pessoas que nos rodeiam, que interagem conosco, estão ali por uma razão, para que possamos aprender e evoluir em cada situação.

A Segunda Lei diz: “O que aconteceu é a única coisa que poderia ter acontecido”. Nada, absolutamente nada que ocorre em nossas vidas poderia ter sido de outra maneira. Nem mesmo o detalhe mais insignificante! Não existe: "se acontecesse tal coisa, talvez pudesse ter sido diferente..." Não! O que ocorreu foi a única coisa que poderia ter ocorrido e teve que ser assim para que pudéssemos aprender esta lição e então seguir adiante. Todas e cada uma das situações que ocorrem em nossas vidas são perfeitas, mesmo que nossa mente e nosso ego resistam em aceitá-las.

A Terceira Lei diz: “Qualquer momento que algo se inicia, é o momento certo”. Tudo começa num momento determinado. Nem antes, nem depois! Quando estamos preparados para que algo novo aconteça em nossas vidas, então será aí que terá início!

A Quarta e Última Lei diz: “Quando algo termina, termina!” Simplesmente assim! Se algo terminou em nossas vidas, é para nossa evolução! Portanto é melhor desapegar, erguer a cabeça e seguir adiante, enriquecidos com mais essa experiência!



Escrito por Beto Mendonca às 00h54
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